por Oscar Frank Júnior, Economista
No cenário internacional, janeiro foi marcado por questões geopolíticas e comerciais responsáveis pela geração de volatilidade. Em primeiro lugar, Nicolás Maduro acabou capturado pelas forças especiais americanas em Caracas. Em segundo, o deslocamento das tropas para o Irã, cuja situação é instável política
e economicamente, tem como pano de fundo um acordo envolvendo seu programa nuclear. Além disso, Donald Trump subiu o tom acerca do controle da Groelândia pelos Estados Unidos, ameaçando nações europeias com a imposição de sobretaxas que gradualmente atingiriam 25% em caso de oposição à compra do território. Em determinado momento, Trump não descartou uma eventual incursão militar. No entanto, o Presidente dos EUA recuou, adotando a estratégia de negociação com o mandatário dinamarquês e com a cúpula liderada pelo aiatolá no Oriente Médio, mitigando a probabilidade de eventos extremos por ora. A exacerbação das preocupações fiscais no Japão também chamou a atenção, servindo como gatilho para a disparada dos juros dos títulos da dívida de 10 anos e colocando dúvidas sobre a função global do país no carry trade (contratação de recursos baratos visando à aplicação em locais com rendimentos superiores).
O FOMC optou por deixar a taxa básica de juros dos EUA inalterada na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, em linha com as apostas. Em sua tradicional coletiva de imprensa, o chairman Jerome Powell afirmou que a política monetária encontra-se adequadamente posicionada. Por um lado, os riscos de baixa atrelados ao mercado de trabalho diminuíram, fruto da estabilização da taxa de desocupação e da percepção de crescimento econômico “sólido” em vez de “moderado”. Por outro, a inflação permanece um pouco elevada (a estimativa do FED de Cleveland acusa que o PCE sem alimentos e energia encerrou 2025 em 2,84%). Os elementos reforçam a perspectiva de que, pelo menos nos próximos dois encontros, o balizador do custo de crédito ficará parado...
De 23 a 27 de Fevereiro de 2026
(*) Campo de preenchimento obrigatório
Leilão B3
Outubro 2025
A Petrobrás, representada pela RJI Investimentos, venceu o leilão do Terminal RDJ07, que integra a expansão das operações offshore no Porto do Rio de Janeiro. O leilão ocorreu nesta quarta-feira (22/10), às 10h, na sede da B3, em São Paulo. O Terminal RDJ07, situado no Porto do Rio de Janeiro (RJ), integra um novo bloco de leilões portuários promovido pelo Ministério de Portos e em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Com uma área de 56.832 m², o terminal será utilizado para a movimentação de cargas de apoio logístico offshore, focadas nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural. O investimento previsto para o período contratual de 25 anos é estimado em R$ 99,4 milhões.
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